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sábado, 14 de novembro de 2015

Equipamento de Proteção Individual (EPI) (continuação-1)

Equipamento de Proteção Individual (EPI)


GERENCIAMENTO DE EPI (Equipamento de Proteção Individual)




Para dar inicio aos trabalhos dentro de um setor como o de Segurança por exemplo, devemos verificar quais são os Planos, Programas, Procedimentos, Instruções, controles, Organogramas, Planilhas, Relatórios, Laudos, quais tipos de treinamentos serão necessários.
No que diz respeito ao gerenciamento de Equipamento de Proteção Individual, teremos então uma Instrução de Trabalho (IT).

O incrivel de tudo isso é saber que devemos cuidar de nossas vidas, porem internamente em uma corporação, empresa, e dentro do seu lar (Cozinha, área de serviço, limpando a casa, no jardim, etc.), na rua, no carro, no parquinho com os seus filhos que tanta ama, dentre outros tantos lugares, QUEM porta e usa Equipamento de Proteção Individual - EPI?

SIM,

CUIDADOS NA VIDA – É SEMPRE BOM E IMPORTANTE


EPI é um deles por exemplo: 
       
Descrição
Onde Exemplo
O que?
Porque?
Carro
Dentro
Cinto de Segurança

Lar e Empresa
Jardim
Luvas
São uma proteção contra uma série de fatores como bichos que estejam entre as plantas ou até mesmo espinhos.
Joelheiras
Esta invenção veio apoiar os joelhos de jardineiros em todo o mundo, dando-lhes algum conforto quando passam horas ajoelhadas a tratar do jardim.
Cozinha
Avental
Para proteger o abdômen/tronco de possíveis sujeiras ou queimaduras é uma excelente proteção.
Luvas comuns (látex) e de Malha de Aço
Proteção das mãos quando da utilização de ferramentas de corte e/ou luvas de látex que apresentam boa resistência a diversos produtos químicos, ao mesmo tempo em que garantem bom tato e flexibilidade.
Na Limpeza
Luva comum (látex), avental, calçado que não escorregue, óculos de proteção, não permitir que alguém adentre o local
A limpeza traz diversos riscos que normalmente não são notados ou não recebem a importância devida. Seja em casa ou no trabalho, os produtos químicos, pisos molhados ou escorregadios, alturas sem o uso de proteção adequada, as projeções de partículas de pó e detritos contra os olhos ou mesmo o simples fato de retirar um lixo podem causar graves acidentes e até levar a óbito.
Para todos esses casos, é necessário além da atenção, o uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual) como avental e calçado impermeável (mesmo em casa), máscaras, óculos, luvas, placas de sinalização (na empresa), e em caso de altura equipamentos adequados. Com bom senso e conhecimento dos riscos é possível realizar atividades de limpeza com segurança.

E ainda temos que ter por escrito e dar ciencia a todos os componentes da empresa que faz a estrutura funcionar, atraves de treinamentos constantes. os: Planos, Programas, Procedimentos, Instruções, controles, Organogramas, Planilhas, Relatórios, Laudos para que sejam cumpridos a risca e não tenhamos nenhuma surpresa desnecessária.

Segue então um escopo primario para esta instrução:



                                       Pagina 1 da Instrução de Trabalho - Gerenciamento de EPI


                                               Pagina 2 da Instrução de Trabalho - Gerenciamento de EPI



















































Caso deseje todo o Procedimento é só entrar em contato peço Email.





























quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Equipamento de Proteção Individual (EPI)

GERENCIAMENTO DE EPI (Equipamento de Proteção Individual)




INTRODUÇÃO

Antes de falarmos do gerenciamento propriamente dito, se faz mister lembrar que toda empresa que tenha qualquer grau de risco necessita de certos equipamentos que proteja a integridade fisica de seus empregados, é obrigada a fornecer os Epi´s sem onus a seus trabalhadores - Gratis, e os empregados por sua vez são obrigados a usá-los, sob pena de sanções disciplinares.
E para tanto é importante se ter um padrão para: Procedimentos; instruções; Planos, dentre outros.
Vejamos a NR - 06, Norma Regulamentadora que trata deste assunto em especifico.

NORMA REGULAMENTADORA 6 -  NR 6

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI

6.1 Para os fins de aplicação desta Norma Regulamentadora - NR, considera-se Equipamento de Proteção Individual - EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

6.1.1 Entende-se como Equipamento Conjugado de Proteção Individual, todo aquele composto por vários dispositivos, que o fabricante tenha associado contra um ou mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que sejam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

6.2 O equipamento de proteção individual, de fabricação nacional ou importado, só poderá ser posto à venda ou utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação - CA, expedido pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.

6.3 A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias:

a) sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho;
b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; e,
c) para atender a situações de emergência.

6.4 Atendidas as peculiaridades de cada atividade profissional, e observado o disposto no item 6.3, o empregador deve fornecer aos trabalhadores os EPI adequados, de acordo com o disposto no ANEXO I desta NR.

6.4.1 As solicitações para que os produtos que não estejam relacionados no ANEXO I, desta NR, sejam considerados como EPI, bem como as propostas para reexame daqueles ora elencados, deverão ser avaliadas por comissão tripartite a ser constituída pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho, após ouvida a CTPP, sendo as conclusões submetidas àquele órgão do Ministério do Trabalho e Emprego para aprovação.

6.5 Compete ao Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT, ouvida a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA e trabalhadores usuários, recomendar ao empregador o EPI adequado ao risco existente em determinada atividade.(alterado pela Portaria SIT/DSST 194/2010)

6.5.1 Nas empresas desobrigadas a constituir SESMT, cabe ao empregador selecionar o EPI adequado ao risco, mediante orientação de profissional tecnicamente habilitado, ouvida a CIPA ou, na falta desta, o designado e trabalhadores usuários. (alterado pela Portaria SIT/DSST 194/2010)

6.6 Responsabilidades do empregador. (alterado pela Portaria SIT/DSST 194/2010)

6.6.1 Cabe ao empregador quanto ao EPI :

a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade;
b) exigir seu uso;
c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho;
d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação;
e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;
f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; e,
g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. h) registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico. (Inserida pela Portaria SIT/DSST 107/2009)

6.7 Responsabilidades do trabalhador. (alterado pela Portaria SIT/DSST 194/2010)

6.7.1 Cabe ao empregado quanto ao EPI:

a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina;
b) responsabilizar-se pela guarda e conservação;
c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; e,
d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.

6.8 Responsabilidades de fabricantes e/ou importadores. (alterado pela Portaria SIT/DSST 194/2010)

6.8.1 O fabricante nacional ou o importador deverá:

a) cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho; (alterado pela Portaria SIT/DSST 194/2010)
b) solicitar a emissão do CA; (alterado pela Portaria SIT/DSST 194/2010)
c) solicitar a renovação do CA quando vencido o prazo de validade estipulado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde do trabalho; (alterado pela Portaria SIT/DSST 194/2010)
d) requerer novo CA quando houver alteração das especificações do equipamento aprovado; (alterado pela Portaria SIT/DSST 194/2010)
e) responsabilizar-se pela manutenção da qualidade do EPI que deu origem ao Certificado de Aprovação - CA;
f) comercializar ou colocar à venda somente o EPI, portador de CA;
g) comunicar ao órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho quaisquer alterações dos dados cadastrais fornecidos; 
h) comercializar o EPI com instruções técnicas no idioma nacional, orientando sua utilização, manutenção, restrição e demais referências ao seu uso;
i) fazer constar do EPI o número do lote de fabricação; e,
j) providenciar a avaliação da conformidade do EPI no âmbito do SINMETRO, quando for o caso;
k) fornecer as informações referentes aos processos de limpeza e higienização de seus EPI, indicando quando for o caso, o número de higienizações acima do qual é necessário proceder à revisão ou à substituição do equipamento, a fim de garantir que os mesmos mantenham as características de proteção original. (alterado pela Portaria SIT/DSST 194/2010)

6.8.1.1 Os procedimentos de cadastramento de fabricante e/ou importador de EPI e de emissão e/ou renovação de CA devem atender os requisitos estabelecidos em Portaria específica. (Inserido pela Portaria SIT/DSST 194/2010)

6.9 Certificado de Aprovação - CA

6.9.1 Para fins de comercialização o CA concedido aos EPI terá validade: (alterado pela Portaria SIT/DSST 194/2010)

a) de 5 (cinco) anos, para aqueles equipamentos com laudos de ensaio que não tenham sua conformidade avaliada no âmbito do SINMETRO;
b) do prazo vinculado à avaliação da conformidade no âmbito do SINMETRO, quando for o caso.
c) de 2 (dois) anos, quando não existirem normas técnicas nacionais ou internacionais, oficialmente reconhecidas, ou laboratório capacitado para realização dos ensaios, sendo que nesses casos os EPI terão sua aprovação pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho, mediante apresentação e análise do Termo de Responsabilidade Técnica e da especificação técnica de fabricação, podendo ser renovado por 24 (vinte e quatro) meses, quando se expirarão os prazos concedidos (redação dada pela Portaria 33/2007); e,(Alínea excluída pela Portaria SIT/DSST 194/2010).
d) de 2 (dois) anos, renováveis por igual período, para os EPI desenvolvidos após a data da publicação desta NR, quando não existirem normas técnicas nacionais ou internacionais, oficialmente reconhecidas, ou laboratório capacitado para realização dos ensaios, caso em que os EPI serão aprovados pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho, mediante apresentação e análise do Termo de Responsabilidade Técnica e da especificação técnica de fabricação.(Alínea excluída pela Portaria SIT/DSST 194/2010).

6.9.2 O órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho, quando necessário e mediante justificativa, poderá estabelecer prazos diversos daqueles dispostos no subitem 6.9.1.

6.9.3 Todo EPI deverá apresentar em caracteres indeléveis e bem visíveis, o nome comercial da empresa fabricante, o lote de fabricação e o número do CA, ou, no caso de EPI importado, o nome do importador, o lote de fabricação e o número do CA.

6.9.3.1 Na impossibilidade de cumprir o determinado no item 6.9.3, o órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho poderá autorizar forma alternativa de gravação, a ser proposta pelo fabricante ou importador, devendo esta constar do CA.

6.10 - Restauração, lavagem e higienização de EPI

6.10.1 - Os EPI passíveis de restauração, lavagem e higienização, serão definidos pela comissão tripartite constituída, na forma do disposto no item 6.4.1, desta NR, devendo manter as características de proteção original.(Item excluído pela Portaria SIT/DSST 194/2010).

6.11 Da competência do Ministério do Trabalho e Emprego / MTE

6.11.1 Cabe ao órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho:

a) cadastrar o fabricante ou importador de EPI;
b) receber e examinar a documentação para emitir ou renovar o CA de EPI;
c) estabelecer, quando necessário, os regulamentos técnicos para ensaios de EPI;
d) emitir ou renovar o CA e o cadastro de fabricante ou importador;
e) fiscalizar a qualidade do EPI;
f) suspender o cadastramento da empresa fabricante ou importadora; e,
g) cancelar o CA.

6.11.1.1 Sempre que julgar necessário o órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho, poderá requisitar amostras de EPI, identificadas com o nome do fabricante e o número de referência, além de outros requisitos.

6.11.2 Cabe ao órgão regional do MTE:

a) fiscalizar e orientar quanto ao uso adequado e a qualidade do EPI;
b) recolher amostras de EPI; e,
c) aplicar, na sua esfera de competência, as penalidades cabíveis pelo descumprimento desta NR.

6.12 e Subitens (Revogados pela Portaria SIT n.º 125/2009).

ANEXOS

ANEXO I -    Lista de Equipamentos de Proteção Individual.

ANEXO II -  Normas Técnicas Aplicáveis aos EPI 

ANEXO III - Anexo excluído pela Portaria SIT/DSST 194/2010

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Cuidados com Crianças em Geral (Continuação - 1)

PROTEGENDO AS CRIANÇAS 

CUIDADO ESPECIAL COM AS CRIANÇA






As crianças são bastantes vulneráveis a acidentes pela sua inexperiência e pelo julgamento imaturo das  situações de risco.  





Não retire a proteção do ventilador, e não o deixe próximo a criança. São comuns os acidentes pelo contato com as hélices do equipamento.








As crianças jamais devem ser deixadas sozinhas em uma piscina. Para evitar quedas acidentais, utilize uma tela de proteção ou coloque grade em volta da piscina;




Poços, caixas d'água e Vasos Sanitários, nunca devem ser deixados abertos, pois a curiosidade da criança pode se transformar em acidente fatal;

Não deixe crianças pequenas brincar com moedas, pequenos objetos, grãos de milho ou feijão. Além do risco da criança ingerir e engasgar, ela pode introduzir o corpo estranho no nariz ou ouvido;

Guarde caixas/embalagens vazias de remedios ou produtos químicos em geral, não permita que criança venham a brincar;









Facas, tesouras e utensílios pontiagudos ou cortantes devem sempre estar longe do alcance das crianças;





Uma situação potencialmente perigosa é a ingestão de plantas venenosas. Os pais ou educadores, devem impedir que as crianças venham a mastigar ou ingerir qualquer planta não identificada;





Outro acidente comum, com crianças, é o tanque de lavar roupa. A criança se pendura no tanque, o qual poderá não estar devidamente fixado à sua base, provocando a queda do tanque sobre si mesma, ocasionando até a morte;







Ao fechar uma porta, em locais com crianças, verifique antes se as mesmas não se encontram com os dedos entre o vão e o batente da porta.










Se estiver cozinhando, mantenha a criança longe do fogão. As panelas devem sempre estar bem apoiadas e o com o cabo virado para dentro.





Armas de fogo devem permanecer trancadas e guardadas em local inacessível às crianças.


Lembre-se de que as crianças imitam os adultos. Dê um bom exemplo ao seu FILHO (A)

Armadilha Dentro de Casa (Continuação-5)

ARMADILHAS DENTRO DE CASA

GERENCIAMENTO DE RISCOS 
DE SEGURANÇA 
NO LAR

"NO LAR RISCOS SÃO IGUAIS, MAS NÃO HÁ NENHUM TIPO DE GERENCIAMENTO PARA A SEGURANÇA"




QUEIMADURAS


Conforme já havíamos comentado no item que versou sobre a segurança na cozinha, voltamos a enfatizá-lo, no sentido de alertar as mamães para o riscos a que as crianças se expõem ao ficarem na cozinha.
  • panelas com o cabo virado para fora do fogão e/ou frouxos;
  • manuseio de alimentos quentes ou água/caldos ferventes;
Saiba você que muitas queimaduras são causadas por respingos de óleo em alta temperatura. Isso ocorre quando se realiza fritura em alimentos que não estejam devidamente secos. A água em contato com o óleo muito quente provoca os respingos. 

Observe as medidas de segurança que você pode tomar:
  • secar os alimentos antes de coloca-los no óleo quente;
  • realizar frituras em panelas fundas, tendo o cuidado de colocar óleo, no máximo até a metade deste recipiente;
  • colocar os produtos para fritar utilizando uma espumadeira.
Normalmente, outros grandes aliados das queimaduras que habitam a cozinha ou regiões próximas são os produtos de limpeza. Observe que cada rótulo apresenta em destaque o dizer: 
“Mantenha fora do alcance das crianças”. Soda cáustica, água sanitária, detergentes, creolina, amoníaco e outros, quando ingeridos, podem levar à morte por envenenamento, além de causar sofrimentos pelos danos causados no aparelho digestivo.
Guarde esses produtos em armários trancados com chaves. 
Em caso de acidentes deste tipo como a ingestão ou contato com os olhos, busque informações nos rótulos. Eles sempre informam as providências imediatas a serem tomadas. 
Portanto, evite arrancar ou danifica-los. Tomar conhecimento do produto que está adentrando a sua casa é sinônimo de sabedoria. Na limpeza, a distração no manejo de certas substâncias pode ter conseqüências graves.

FOGOS DE ARTIFÍCIO!


Saiba que muitas comemorações já foram interrompidas de forma trágica. Pessoas, na maioria adultos ou que se julgavam amadurecidas. Amadurecidos ficaram seus dedos porque caíram. Quando se tratam de fogos de artifício tenho certeza que se suas mãos tivessem vontade própria prefeririam permanecer dentro de seus bolsos. Seja São João ou Reveillon, crianças e fogos são uma combinação de lágrimas e dor.
CUIDADO com os balões... Quer uma definição? Que tal: “balão é uma tocha acesa que pode cair sobre as casas, fábrica e plantações, provocando incêndios que roubam muitas vidas ou deixam marcas desagradáveis”. Estamos conversados?
As balsas colocadas nos festejos de fim de ano também devem ser observadas por especialistas, podem causar acidentes graves.

VOCÊ É HIPOCONDRÍACO? SE FOR, SAIBA OS RISCOS QUE ESTÁ CORRENDO…


O brasileiro tem um estranho (e mau) hábito de se automedicar. Diferentemente de outros países, onde os remédios só saem das farmácias mediante a explícita “recomendação médica”, no Brasil qualquer “doente”, que tem condições de pagar o preço, consegue adquiri-los sem muito esforço e sem a indicação do único profissional capacitado para lhe assegurar cura: o médico. Não permita que isto ocorra em sua casa. É lógico que existem remédios e remédios. Para uma dor de cabeça, uma aspirina basta. Há quem diga que não. Começa aí a busca por drogas mais fortes.
E quando se percebe, o organismo já criou resistência ao medicamento, que mesmo sendo fortíssimo, já não alivia mais a dor. 
A atitude do doente: aumentar a dosagem…
Faça cumprir estes itens em sua casa:
  • certifique-se bem quanto ao tipo de medicamento do qual irá fazer uso;
  • não tome e nem ministre quantidades acima do recomendado pelo médico;
  • tenha em mente que todos os medicamentos tomados em grandes doses podem matar;
  • verifique a data de validade do medicamento.
E o que fazer com tantos vidrinhos de remédios? Simples! Guarde-os em armários fechados à chave, conservando os rótulos para a correta identificação. Que alívio um laxante terá para uma gripe?! 
Neste caso pode até ajudar! Com certeza o doente fará tudo para não tossir!
Pense! Quantos remédios você já tomou que tinham sabor doce ou cheiro atrativo? Imagine que fascínio ele exercerá sobre uma criança que por ventura venha a ter o frasco em mãos?






COMO VAI VOCÊ ... POR DENTRO?


Quase todos nós já ouvimos pelo menos uma frase destas:
Lembre-se de:
  • Inspecionar com cuidado os alimentos antes de cozinha-los e servi-los. Alguns alimentos mesmo estando bem cozidos, se estiverem estragados, podem produzir intoxicações violentas se ingeridos;
  • Descartar maioneses “amanhecidas” que podem levar até a morte por intoxicação alimentar;
  • Não comer frutas que desconhece. Frutas silvestres enganam pela sua aparência e na maioria das vezes são venenosas;
  • Não consumir comidas enlatadas caso a lata esteja amassada ou estufada. Evite conservas em vidro se o aspecto da mesma não for bom. Estes são sinais de que o produto não está em condições de ser ingerido.
É impostante que as empresas leve até os familiares de seus colaboradores os conceitos da prevenção de acidentes, aplicados em suas empresas para que no dia a dia eles possam ser conscientizados dos perigos no cotidiano de seus lares, e assim garantir o sentimento de coletividade e a unidade entre a empresa e o lar.

Armadilha Dentro de Casa (Continuação-4)


ARMADILHAS DENTRO DE CASA

GERENCIAMENTO DE RISCOS 
DE SEGURANÇA 
NO LAR

"NO LAR RISCOS SÃO IGUAIS, MAS NÃO HÁ NENHUM TIPO DE GERENCIAMENTO PARA A SEGURANÇA"




“PILOTANDO” O FOGÃO"

 O ato de levar uma panela ao fogo é tão comum que não damos a devida atenção à instalação que temos montada em nossas casas.

Listemos os principais potenciais de risco: 
  1. Não colocar o fogão próximo a janelas onde existem cortinas e vice-versa! 
  2. Manter a válvula do botijão de gás fechada quando não estiver usando o fogão (esta atitude anula o risco de uma criança abrir o botão do bico de gás);
  3. Antes de abrir o gás, tenha já o fósforo aceso, principalmente quando for utilizar o forno;
  4. Desligue o gás sempre que se ausentar da residência.
  5. Em caso de vazamento, abra todas as janelas e portas; 
  6. Se estiver escuro, não acenda fósforos ou ligue a luz; 
  7. A concentração de gás no recinto pode ter alcançado o nível de explosividade; Aguarde um pouco para que o ar seja renovado através das janelas e portas abertas; 
  8. Após tente localizar e conter o vazamento; 
  9. Em caso negativo, contate a companhia de gás. 

Importante: 
Até conter completamente o vazamento, mantenha todo tipo de chama ou faísca longe do recinto.

E agora? 
Como você classifica sua cozinha?! 
Área restrita? 
Que tal fazer alguns crachás de acesso especial?! Não precisa tanto! Apenas siga estes conselhos e com certeza terá para sempre sua cozinha já que ela não corre mais o risco de explodir!
Sabendo agora controlar o fogão, passemos aos pratos principais. Quando se aquece uma panela contendo óleo, gordura ou margarina, podemos provocar labaredas assustadoras. Isto ocorre pelo desprendimento de vapores inflamáveis. Para apagar um princípio de incêndio desta natureza basta abafar as chamas com uma tampa ou pano umedecido com água (umedecido! Molhado não!). 
Atenção: nunca jogue água! A água se evaporará de maneira violenta ao contato com o óleo quente e poderá lançar o óleo em todas as direções.
Em tempo: enquanto cozinhar, deixe sempre os cabos das panelas voltados para o centro do fogão. Isto evita que você, por descuido, catapulteie o conteúdo da panela para cima de si mesmo (e que crianças pequenas puxem panelas quentes do fogão).
Conselho básico: oriente a cozinheira para apagar o fósforo completamente antes de lança-lo ao lixo.


AMPERÍMETRO NOS DEDOS ...

Com eletricidade não se brinca. 
Ela é uma forma de energia que visualmente não apresenta nenhum risco (a não ser que você veja um arco voltaico!), então é fundamental chamar um técnico credenciado para consertos deste tipo. Evite os curiosos (nem tente ser um deles). Este é o principal conselho que deve ser passado a toda a família. 
Xiiii… apagou tudo! Evite sobrecarregar a capacidade do relógio de força e seus fusíveis com o uso simultâneo de aparelhos na residência.
E quando isto acontece? Munido de uma lanterna, vela e fusível sobressalentes guardados naquele local estratégico para estas ocasiões, bastará tomar cuidado com os contatos (terminações) da caixa de força. 
Atenção: substituir fusíveis por materiais inapropriados poderão causar incêndios!
Quem em sua casa é o trocador oficial de lâmpadas? Esta pessoa conhece os materiais que compõem uma lâmpada? Informe-a que vidro é um mau condutor de eletricidade e peça-a que segure apenas ali. Se os dedos não tocarem na rosca metálica, não haverá perigo de choques elétricos.
Providencie para que fios descascados sejam substituídos ao invés de improvisar emendas. Uma eventual corrente em demasia neste fio pode acabar incendiando sua residência.
Listemos: 
TV, vídeo cassete, aparelho de som, abajures, etc. Há de concordar comigo que se todos estes eletrodomésticos fossem ligados ao mesmo tempo, em uma única tomada, esta ficaria sobrecarregada, não? Os resultados são incêndios e curtos-circuitos que danificarão todos estes aparelhos (e do resto da casa também!). 
Assim, antes de conversar com todos, faça um check-up geral para não ser interrompido pelo fogo iminente,  pois seu filho acaba de ligar o videogame, sua esposa está com o ferro ligado, sua filha tomando banho, sem falar no rádio, televisor, dentre outros.


Armadilha Dentro de Casa (Continuação-3)


ARMADILHAS DENTRO DE CASA

GERENCIAMENTO DE RISCOS 
DE SEGURANÇA 
NO LAR

"NO LAR RISCOS SÃO IGUAIS, MAS NÃO HÁ NENHUM TIPO DE GERENCIAMENTO PARA A SEGURANÇA"



INCÊNDIOS…
Os produtos de limpeza, dependendo de sua composição química, podem ter uma facilidade enorme de inflamação. 
Cera ou parafina misturada à gasolina e removedores inflamam-se com muita facilidade. 
Afaste álcoois, gasolina, éter, acetona, benzina, aguarrás e derivados de qualquer chama. 
Quando derramar algum líquido inflamável, limpe-o imediatamente, pois os vapores podem ir de encontro a alguma chama e trazer o fogo para o vasilhame, explodindo-o. 


Mantenha os frascos e vidros de produtos inflamáveis bem fechados e em locais ventilados, frescos e que não permita acesso de crianças.

Conheça os Riscos do produto. E mesmo a periculosidade do produto ser conhecida, seu alerta chamará a atenção para riscos antes desconhecidos.

USANDO O FERRO…


Acostume-se a desligar o ferro elétrico toda vez que se ausentar do recinto (a não ser que isso seja feito automaticamente pelo produto), mesmo que por alguns segundos. Apesar de ir contra as recomendações de economia de energia elétrica, este pequeno fato pode fazer a diferença. A base metálica do ferro aquece-se o suficiente para queimar tecidos, papel ou similares que por ventura venham a ser colocados nas proximidades. Assim, ao terminar a pilha de roupas, o mais indicado a fazer é coloca-lo em pé em sua tabua de passar ou em um canto isolado da casa (que não deve ter cortinas, panos, papéis, etc). Por ser um objeto metálico pesado, e as vezes ainda quente, deve ficar fora do alcance principalmente de crianças.

VOCÊ FUMA!?

Muitos incêndios e acidentes são causados pelo hábito do fumo na cama ou de esvaziar cinzeiros diretamente no lixo. “Cigarro pode matar” – sem entrar no mérito da questão, fica a observação: apague o cigarro antes de lança-lo ao lixo ou mesmo na rua (péssimo hábito!), ou um incêndio poderá mata-lo antes do câncer de pulmão, enfisema, derrame cerebral, etc.





VELAS …

Acompanhando preces ou lembradas em caso de falta de energia elétrica, a vela pode ser um objetivo perigoso. Devem ser acesas em locais seguros e afastados de objetos inflamaveis. Deve-se prestar atenção às correntes de ar que podem ser fracas para não apagar uma vela, mas fortes o suficiente para trazer cortinas ou papéis em sua direção. Caso a vela fique acesa durante a noite, coloque-a em um prato com água. Assim, se a vela tombar, a água apagará a chama. Simples … mas eficiente!

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Armadilhas Dentro de Casa (Continuação-2)


ARMADILHAS DENTRO DE CASA

GERENCIAMENTO DE RISCOS 
DE SEGURANÇA 
NO LAR

"NO LAR RISCOS SÃO IGUAIS, MAS NÃO HÁ NENHUM TIPO DE GERENCIAMENTO PARA A SEGURANÇA"




DAS IMPROVISAÇÕES....
Lembre-se daquela vez que você subiu em cima de um monte de revistas para trocar uma lâmpada? Garanto que havia testemunhas. O senso prático muitas vezes nos leva a atos cujos resultados são imprevisíveis. Pense bem: seu filho poderá imita-lo (a) quando sentir vontade daqueles deliciosos chocolates que habitam a parte mais alta do armário da cozinha! Para se elevar, cresça mais um pouco ou compre uma escada. 
Caso a escada que possua seja muito baixa, o jeito será providenciar outra.

Observação: caixotes ou banquinhos sobre poltronas ou mesas tornarão a tarefa muito perigosa. Lesões graves são feitas desta forma, é melhor adiar a tarefa do que sofrer um acidente.


PERTENCES…


Quando sabemos onde buscar o que precisamos, as tarefas começam mais facilmente. Crie e estimule o hábito da organização entre seus entes queridos. Quintais, sótão, terraço/laje ou áreas de serviço não devem (ou pelo menos não deveriam… sabemos que tudo acaba indo parar lá de alguma forma!) acumular bugigangas. Principalmente se compostos por madeiras com pregos, latas ou pneus. Qualquer tipo de recipiente que possa reter água de chuva pode ser foco de doenças graves como a dengue. Pior ainda é quando existem objetos espalhados pelo chão. Não queira descobrir que aquele pedaço de madeira que você descartou semanas atrás voltou para dentro de sua casa espetado no pé de seu filho. Se não tem mais utilidade para você, destine-o ao local adequado ou à lixeira.

E quando quebra um copo ou prato? Sua esposa ou filhos sabe como agir diante desta situação? O ideal seria pegar (com EPI - Luvas adequadas de preferência) os pedaços maiores evitando tocar nas bordas cortantes e depois, com auxílio de uma vassoura, juntar o que sobrou. Embrulhar tudo devidamente para que não venha ferir o coletor de lixo ou pessoas que por ventura venham manipular o lixo (usinas de reciclagem). Por medida de precaução, peça às crianças que não andem descalças pelo local até que uma limpeza geral seja realizada.


JANELAS, SACADAS, PORTAS…


Certifique-se de que não há perigo das crianças caírem das janelas ao abri-las. 
O ideal seria esperar adquirirem uma idade segura para tal tarefa. 
Em se tratando de prédios, o cuidado deve ser redobrado. Grades ou telas são uma boa alternativa. Portas e portões fechados à chave ou com cadeados diminuirão as probabilidades das crianças escaparem para a rua além de serem segurança adicional contra assaltos.

ELEVADORES…

Motivadas pela curiosidade inocente e inerente à infância, as crianças devem ser orientadas quanto aos riscos que correm ao forçar a abertura das portas do poço do elevador. 
Antes de ultrapassar a porta do elevador assegure-se de que o mesmo esta ali.
Situações como a falta de energia deve ser propostas para avaliar suas atitudes. Ensine-as a apertarem o botão de alarme no caso de ficarem presas; chamarem por socorro ou bater nas paredes do elevador pode ser uma maneira de avisar que estão presas. Convença-as de que a calma é a melhor solução e que se ficarem presas por 15 ou 30 minutos, que o façam de maneira mais tranquila possível, pois pessoas estarão ali para ajuda-las.